Traumatologia · Fraturas

Fraturas de Membros Inferiores

Fraturas de fêmur, tíbia, fíbula e pé — diagnóstico preciso e tratamento orientado pela biomecânica e pelo retorno funcional.

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Dr. Arthur Harger — ortopedista em Porto Velho
O que é

Fraturas de Membros Inferiores: compreendendo a condição

As fraturas de membros inferiores envolvem ossos que suportam todo o peso do corpo — fêmur, tíbia, fíbula e ossos do pé. Por isso, exigem decisões precisas sobre redução, fixação e descarga de carga.

O tratamento varia conforme o osso acometido, o padrão da fratura, idade e função prévia do paciente. O objetivo é restaurar alinhamento, comprimento e estabilidade para permitir reabilitação progressiva.

Como identificar

Principais sintomas

Dor incapacitante imediatamente após o trauma.

Encurtamento, rotação ou angulação do membro.

Impossibilidade de sustentar a carga no membro afetado.

Inchaço importante e hematomas extensos.

Sensação de atrito entre fragmentos durante movimentação.

Dor intensa localizada

Sintoma destacado
Por que acontece

Causas e fatores de risco

Trauma direto
Acidentes de trânsito, quedas de altura.
Esportes de contato
Futebol, esportes radicais, ciclismo.
Osteoporose
Fraturas por baixa energia no idoso.
Queda da própria altura
Mecanismo frequente em idosos.
Acidentes de trabalho
Lesões em construção civil e indústria.
Patologias ósseas
Tumores ou cistos que fragilizam o osso.
Como investigamos

Etapas do diagnóstico

01
Avaliação clínica inicial

Mecanismo do trauma, deformidade, exame neurovascular.

02
Radiografia em duas incidências

Confirma fratura, padrão e desvio.

03
Tomografia (TC)

Detalha fraturas articulares e cominutivas.

Abordagem terapêutica

Opções de tratamento

Passe o mouse (ou toque no mobile) para conhecer as modalidades disponíveis em cada abordagem.

Tratamento Conservador
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TRATAMENTO CONSERVADOR
  • Imobilização com gesso ou órtese
  • Repouso e analgesia
  • Controle radiográfico seriado
  • Fisioterapia após consolidação

Indicado em fraturas estáveis e sem desvio.

Osteossíntese
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OSTEOSSÍNTESE
  • Fixação com placas e parafusos
  • Hastes intramedulares bloqueadas
  • Fixadores externos quando indicado
  • Reabilitação precoce

Permite mobilização precoce e melhor função.

Reabilitação Especializada
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REABILITAÇÃO ESPECIALIZADA
  • Protocolo individualizado
  • Recuperação de força e amplitude
  • Retorno gradual à carga
  • Acompanhamento até a alta funcional

Essencial para retorno pleno às atividades.

Quando operar

O principal objetivo da cirurgia, quando necessária, é trazer de volta a qualidade de vida do paciente.

Quando os tratamentos conservadores já cumpriram seu papel e os sintomas continuam limitando o paciente, a cirurgia torna-se uma aliada poderosa.

Mais do que corrigir uma estrutura, ela devolve mobilidade, autonomia e bem-estar ao cotidiano. Cada indicação cirúrgica do Dr. Arthur é fundamentada em critérios clínicos rigorosos e em uma conversa franca com o paciente sobre expectativas e resultados esperados.

Dr. Arthur

"Cada caso é único. Como ortopedista especializado em traumatologia, avalio individualmente para indicar o melhor caminho de cuidado — do tratamento conservador à cirurgia, quando necessário." — Dr. Arthur Harger · CRM-RO 5783 · RQE 2062

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre Fraturas de Membros Inferiores

Em média, 6 a 12 semanas, dependendo do osso, idade e tipo de fratura.
Não. Fraturas estáveis sem desvio podem ser tratadas com imobilização.
Na maioria dos casos, com tratamento adequado e reabilitação, o retorno funcional é completo.
Varia conforme o tipo de fratura e fixação — em geral, entre 2 e 8 semanas após o tratamento.

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